Ricardo Coutinho: “É urgente que o Ministério Público reveja sua atuação e cumpra seu papel constitucional”

A Polícia Civil da Paraíba prendeu no ultimo dia 16/05/2020, um homem que tentou extorquir o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho, através de ameaças a ele e à sua família.

A notícia foi divulgada hoje, dia em que, mais uma vez, o Ministério Público da Paraíba apresenta mais uma, das tantas que ainda mantém guardadas esperando a melhor oportunidade para serem apresentadas. A intenção é manter acesa a chama com a qual pretendem destruir a reputação de honestidade que o ex-governador construiu ao longo de carreira.

Em nota, Ricardo Coutinho denuncia essa perseguição política do Ministério Público Estadual, que agora avança sobre sua esposa, Amanda Rodrigues, depois que ela passou a usar as redes sociais para criticar os abusos da Operação Calvário.

Abaixo, a nota de Ricardo Coutinho

Nota oficial de Ricardo Coutinho

Ultimamente venho sendo vítima de diversas ameaças e até de extorsão. Quero agradecer o excelente trabalho da Polícia Civil da Paraíba, que prontamente atendeu à minha denúncia e prendeu a pessoa que estava colocando a minha vida e da minha família em risco.

Essa não é a primeira vez que sou vítima desse tipo de banditismo. No ano passado, meu escritório foi arrombado em busca de algo que não eram objetos de valor. O Memorial sobre o meu governo, criado na Fundação Casa José Américo, foi invadido e projetos e arquivos foram destruídos ou roubados. E o sítio de minha família em Bananeiras recentemente também foi saqueado.

Essas ações acontecem num contexto de clara perseguição contra mim e o que eu represento para o povo e para a história política da Paraíba. O Ministério Público da Paraíba apresenta seguidas denúncias contra mim e meus familiares sem que uma única prova concreta de corrupção ou de enriquecimento ilícito tenha sido apresentada. Na ausência de provas, investem na destruição da minha reputação, atraindo sobre mim o interesse de criminosos verdadeiros.

É urgente que o Ministério Público reveja sua atuação e cumpra seu papel constitucional, pois Justiça deve ser feita nos autos e com provas, e não em busca de audiência espetacularizada na população.

Ricardo Coutinho
Ex-governador da Paraíba

Publicado por Flavio Lucio Vieira

Professor do Departamento de História da UFPB, doutor em Sociologia.

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