A covardia que nos paralisa e por onde o fascismo avança: quem defende Márcia Lucena?

Onde estão os verdadeiros democratas da Paraiba? Em que local se esconderam os covardes que só vêem perseguição quando esta se abate sobre o ex-presidente Lula? Viraram também caolhos, ou a covardia também cega?

Onde estão os que vivem de assinar manifestos, notas de repúdio, postagem nas redes sociais, que não vêem a mais abjeta perseguição política que se prática hoje contra uma prefeita, cujo único pecado apontado até agora contra ela é ser professora e pertencer a uma família de professores? Caso pertencesse a uma família tradicional jamais seria importunada.

Onde está a OAB? Os advogados em defesa da democracia?

Onde está a representação da CNBB, onde está a voz dos que falam em nome da generosidade de Francisco, que combate as injustiças onde quer que se manifestem?

Onde estão a Une e a Ubes? Onde estão os sindicatos que vivem a berrar contra o “fascismo”, quando o fascismo do Ministério Público da Paraíba bate à porta, dia sim outro também, da prefeita Márcia Lucena, ameaçando-a com as armas da Justiça, das quais ninguém tem defesa?

Não, meus caros e caras, essa covardia é inaceitável. De que vale recitar Bertold Brecht, de que vale lembrar dos pretos assassinados aqui e nos Estados Unidos pelo fascismo da polícia branca, de que vale lembrar das atrocidades de Hitler ou Mussolini, se somos incapazes de reagir, por pura covardia, ao partido político que muitos procuradores e muitos juízes e juízas da Paraiba informalmente se filiaram, o partido de passado e do familismo do patronato político brasileiro?

Em razão do que escrevi acima, eu poderia recomendar à professora e prefeita Márcia Lucena, do Conde, que desista, que se entregue, que deponha as armas diante de luta tão desigual. Mas, não. Não vou fazer isso, porque o povo do Conde está cada vez mais do seu lado. E é com ele, só e por ele, que você conta para continuar na batalha.

ACREDITE, MÁRCIA: O POVO DO CONDE VENCERÁ AS OLIGARQUIAS!

Abaixo, relato da legítima e única prefeita do Conde.

Publicado por Flavio Lucio Vieira

Professor do Departamento de História da UFPB, doutor em Sociologia.

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