Ricardo reafirma que promotores não têm provas: “sofro uma perseguição implacável”

Na entrevista que Ricardo Coutinho, concedeu hoje à TV Arapuã, um das perguntas que o candidato do PSB à Prefeitura de João Pessoa respondeu foi a respeito da Operação Calvário.

Depois de quase dois anos de massacre midiático sem que tivesse direito à defesa, Ricardo esclareceu que a Operação Calvário foi e continua sendo uma “perseguição implacável” de alguns promotores em aliança com os grandes meios de comunicação do estado.

Até agora, a defesa de Ricardo espera pela apresentação de provas. Para que é acusado, como tem sido o ex-governador, seria fácil encontrar os produtos dos desvios de que o acusam, mas nada até agora foi apresentado à Justiça pelos promotores do caso.

Quebraram todos os meus sigilos e não conseguem encontrar um depósito sequer, de mil reais, de cem reais, de dez reais, que não seja compatível com aquilo que eu tenha ganhado do meu salário.

Ricardo continua de maneira enfática:

Não têm nada. Não conseguem dizer um patrimônio, um carro, nada, que seja incompatível com a minha renda. Então, que negócio é esse? (…) Que organização criminosa é essa que fez o estado se elevar a um patamar que ele nunca teve?

Ricardo Coutinho explica porque as acusações de alguns promotores não batem com a realidade. Entre outros avanços no governo de Ricardo ele cita:

1. No final do seu governo, a Paraíba era o estado mais competitivo do Nordeste;

2. Na saúde, ampliou de 78 leitos de UTI para 281, adiquiridos com recursos próprios;

3. Construção e ampliação de 14 hospitais, entre eles o Hospital Metropolitano e o Hospital de Oncologia do Sertão;

4. Implantação do ensino integral.

Então, que conversa é essa em que alguém acusa o outro, por pura perseguição, repito, e eu vou provar isso. O meu tempo não meu [é da Justiça], se fosse eu já tinha provado.

Ricardo Coutinho fez questão de mostrar respeito pela Justiça e Ministério Público, mas ressaltou que cada um deve se manter dentro de suas respectivas atribuições, sem os devidos cuidados para não antecipar julgamentos na opinião pública nem destruir a reputação alheia.

Você não pode fazer acusações que depois você não prova, tentando simplesmente destruir a vida de alguém. E por que? Por conta das minhas posições políticas?

Em seguida, o candidato do PSB a prefeito de João Pessoa reafirma suas convicções, que sempre lutou pelo que acredita, que não age segundo suas conveniências.

“Eu tenho posição política, coisa que os outros [candidatos] não tem.'”

Esse trecho da entrevista você pode conferir no vídeo abaixo.

Publicado por Flavio Lucio Vieira

Professor do Departamento de História da UFPB, doutor em Sociologia.

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