ELES DE NOVO SUBESTIMARAM O MAGO: A perseguição sem fim a Ricardo Coutinho

Eles subestimaram de novo Ricardo Coutinho. Vocês se lembram: em 2010, Zé Maranhão chegou a dizer, numa entrevista a Helder Moura, que sentia pena de Ricardo Coutinho. Maranhão é que foi atropelado no segundo turno daquela eleição.

Em 2014, foi a vez de Cássio, que já tinha comprado o terno da posse e falava, do alto de sua arrogância, como governador eleito. Quando as urnas foram abertas, Cássio nunca mais foi o mesmo. O ódio causa muito sofrimento.

Em 2018, eles riam das chances de vitória do “poste” João Azevedo. Mas, quando Ricardo começou a apresentar à Paraíba o desconhecido, que fez a campanha lembrando o tempo todo que meu nome é João, o povo enxergou a possibilidade de Ricardo continuar e a Paraíba de novo deu a vitória a Ricardo. E dessa vez, no primeiro turno.

E permitiram Ricardo ser candidato. Tiveram a chance de torná-lo inelegível em agosto, quando uma ação de 2014 promovida pela coligação de Cássio Cunha Lima e rejeitada pelo TRE, estranhamente entrou em pauta no TSE. Um dos ministros pediu vistas e o julgamento não terminou.

Em 2020, eles todos de novo já cantavam vitória. Com o costumeiro apoio da imprensa inimiga de Ricardo, pensaram que a Operação Calvário tinha feito o serviço sujo e novamente subestimaram Ricardo, pensando que o povo o tinha abandonado.

Contra tudo e contra todos, Ricardo Coutinho decidiu ser candidato. E a chama da esperança se espalhou de novo em meio ao povo, e aos poucos corações e mentes foram novamente conquistados pelo Mago. E as oligarquias sabem, em função das seguidas derrotas, exatamente o que acontece nessas ocasiões: quando essa torrente começa, é difícil que suas águas caudalosas sejam detidas.

Foi nesse ponto que, talvez tarde demais, a cinco dias da eleição, veio o socorro do TSE. Numa votação rápida, nenhum dos seis ministros que decidiram hoje tornar Ricardo inelegível deram ouvidos à única voz do tribunal que dizia não haver provas cabais para pena tão drástica. A decisão já havia sido tomada e o povo de João Pessoa, o único juiz realmente soberano, que se lixe!

Como disse Ricardo Coutinho sobre si próprio (escute o áudio abaixo), parafraseando o eterno golpista Carlos Lacerda, como se constatasse um fato inelutável, desde sempre escrito nas estrelas depois que as elites brasileiras decidiram colocar de volta os grilhões nos calcanhares do nosso povo para torná-lo de novo escravo:

“Ricardo não pode ser candidato; se for, não pode vencer; se vencer, não pode tomar posse.”

O povo já tinha começado a perceber toda a perseguição promovida contra Ricardo Coutinho. Escancarada como está agora, com essa decisão tomada às vésperas da eleição, ao invés de derrotado, a resposta do povo pode ser consagrar Ricardo Coutinho no domingo.

Publicado por Flavio Lucio Vieira

Professor do Departamento de História da UFPB, doutor em Sociologia.

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