Nilvan ataca Lula, diz que não há corrupção no governo Bolsonaro e Veneziano o chama de FALSIFICADOR

Ao ser questionado por Veneziano Vital a respeito do caso das “rachadinhas”, um desvio milionário descoberto pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), e do decreto que colocou sob sigilo os gastos da família Bolsonaro com o cartão corporativo da Presidência da República, o apresentador e candidato do PL ao governo da Paraíba, Nilvan Ferreira, perdeu as estribeiras.

Sobre o caso das rachadinhas, Nilvan disse que o processo foi arquivado, mas esqueceu de dizer que o mérito da ação do MPF do Rio de Janeiro jamais foi debatido. Ou seja, entre outras medidas, Flávio Bolsonaro pediu a anulação de provas e recorreu ao foro privilegiado de Senador que um dia tanto criticou. O senador Flávio Bolsonaro comprou recentemente uma mansão em Brasília e declarou o valor do imóvel em R$ 6 milhões de reais, valor que excede em muito a renda obtida desde que entrou para a política.

No caso do decreto de sigilo sobre os gastos do cartão corporativo, Jair Bolsonaro tomou a iniciativa quando a população começou a ter conhecimento de como ele usava os recursos públicos destinados à sua atividade como presidente. Auditoria do TCU descobriu que, desde a posse de Bolsonaro até março de 2021, os gastos chegaram a incríveis R$ 2,6 milhões apenas na compra de alimentos para as residências oficiais do presidente e do vice Hamilton Mourão, uma média de pouco mais de R$ 96,3 mil por mês. (Leia mais clicando aqui)

Ao invés de explicar sua posição de defesa cega do atual presidente, Nilvan Ferreira partiu para o ataque ao ex-presidente Lula e ao próprio Veneziano.

Na sua réplica, Veneziano defendeu Lula, afirmando que depois de anos de investigação nada foi encontrado contra o ex-presidente, lembrando que as sentenças que o condenaram foram todas anuladas. Veneziano mencionou os diversos casos de corrupção do governo Bolsonaro. Veja.

E aproveitou para mostrar ao eleitorado o riso sarcástico do candidato, que não parece ter um mínimo de decoro, e lembrou mais uma vez o caso do processo que Nilvan Ferreira responde por vender em lojas de sua propriedade roupas falsificadas.

Confira a cara de tacho de Nilvan ao ser chamado de MALANDRO, segundo ele próprio se auto-denominou, e de FALSIFICADOR.

Publicado por Flavio Lucio Vieira

Professor do Departamento de História da UFPB, doutor em Sociologia.

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