Estudantes de Camaratuba exigem reforma da escola estadual, pedem que João Azevedo os respeite e chamam Ricardo Barbosa de “mentiroso”

Estudantes paralisam as aulas em defesa da reforma na Escola Estadual Dr. José Augusto da Trindade, na colônia de Camaratuba, em Mamanguape. Eles pedem também o afastamento da diretora da escola.

Em vídeo gravado pelos participantes da manifestação, além dos estudantes, algumas mães protestam em frente ao prédio da escola. Depois, saem pelas ruas da comunidade de pescadores empunhando cartazes e gritando palavras de ordem endereçadas ao governador João Azevedo e ao deputado estadual Ricardo Barbosa, a quem chamam de mentiroso.

Governador, respeite nossa educação!

Ricardo Barbosa, deixe de suas mentiras! Não há nada de reformas!

Educação sem mentiras!

Grupo de Anísio Maia usa sede do SINTEP para reunião de apoio a João Azevedo, o governador que está destruindo a educação na Paraíba

Como mostramos mais cedo, o Sintep-PB chamou de “caótica” a situação atual da educação na Paraíba. Além disso, chamou de “vergonhosa” a posição do secretário da educação da Paraíba, Cláudio Furtado. Pois não é que um grupo de professores, que apóiam o deputado estadual Anisio Maia, resolveu transformar a sede do sindicato em comitê de apoio a João Azevedo e Lula?

Segundo o professor que chamou a atenção deste blog para o fato, e que prefere não se identificar:

É um escárnio que essa reunião tenha acontecido na sede da entidade que deveria defender a educação. Meia dúzia de gatos pingados ocupam o SINTEP sob a omissão e a concordância de dirigentes e afrontam mais ainda a educação para defender o governador que desestruturou a educação pública no Estado.

O professor tem toda razão. Não faz o menor sentido que a diretoria do Sindicato denuncie a política educacional do atual governador, cujo governo trata professores e estudantes com desprezo, não se preocupando em oferecer sequer condições de trabalho e estudo adequadas, e libere sua sede para reuniões de apoio à campanha desse mesmo governador.

É bom lembrar que, desde o início do governo, João Azevedo promete um novo Plano de Carreira, Cargos e Remuneração aos professores de Rede Estadual de Educação. Não mexeu uma palha ao longo dos últimos três anos. Apenas no ano da eleição, voltou a acenar novamente com a promessa. Pura enganação. Como a própria diretoria do sindicato sabe, o governador está impossibilitado de implementá-la porque é vedado em ano eleitoral conceder qualquer reajuste salarial que não esteja previsto no orçamento.

Enquanto isso, o governismo faz a festa usando não só a sede do SINTEP, mas sua imagem e sua história de lutas

João Azevedo transformou plenárias do Orçamento Democrático em comícios: vejam o que aconteceu em Sousa

As plenárias do Orçamento Democrático são transmitidas ao vivo pelo Youtube ao público, mas a Justiça Eleitoral bem que poderia acompanhá-las para constatar o uso eleitoreiro do que foi criado para ser um instrumento de participação popular.

O que aconteceu em Sousa durante a realização da plenária da 10ª região foi escandaloso. O prefeito da cidade, Fabio Tyrone, foi chamado para abrir e evento e fazer uma saudação aos participantes. Tyrone começou dizendo que iria guardar “essa saudação para gastá-la toda no segundo semestre ao lado de João”.

Não é preciso ser muito atento para entender que, no segundo semestre, vai acontecer a campanha eleitoral. Assim como João Azevedo, Tyrone deu vazão ao tradicionalismo patrimonialista que vê o povo como mero espectador da política.

Que festa linda! Festa da democracia, da cidadania, de um povo feliz, que vem aqui agradecer, reconhecer, o trabalho de um governo operoso de um governador trabalhador.

Notem que o povo não é mais chamado a reivindicar, a debater, a opinar, a sugerir, mas a “agradecer” e “reconhecer” o trabalho do governador. O povo não é mais tratado como sujeito, não mais toma decisões sobre o futuro de sua região pelo canal do Orçamento Democrático.

Vocês acham que Fábio Tyrone, o dono da vontade do povo de Sousa, parou por aí? O comício continuou e as sutilezas de coronel foram deixadas de lado para darem lugar a pedidos explícitos de voto:

Quero saudar ao deputado federal Wilson Santiago. Se algum desavisado me pergunta por que eu voto em Wilson, por que eu peço voto para Wilson, eu digo: porque Wilson, todos os dias, ajuda a fazer um Sousa maior, melhor.

Em todo comício, que pede voto para deputado federal pede também para deputado estadual. E Fábio Tyrone não se fez de rogado.

Quero abraçar um amigo-irmão, um deputado que nós votamos por gostar, que é daqui, que é do Macumbo, que é de Sousa! Quero saudar, abraçar, pedir o voto para Lindolfo Pires, deputado nosso!

Veja com os próprios olhos e escute com seus ouvidos esse inacreditável exemplo de desrespeito à legislação eleitoral, de desrespeito ao espaço público, a velha mistura entre o público e o privado. Tudo transmitido ao vivo no canal oficial do governo no Youtube

Se você não tivesse sido informado antes que esses discursos aconteceram em uma plenária do Orçamento Democrático, portanto, um evento de governo, regulamentado em lei e organizado com recursos públicos, na certa pensaria se tratar de um comício – aliás, de um showmício, já que bandas de forró animaram o “público” antes da festança política começar.

Mais do que crimes eleitorais, o que aconteceu em Sousa é revelador do renascimento da cultura política patrimonialista e anti-republicana que se pensava estar em desuso na Paraíba. Para não deixar dúvida, Fábio Tyrone fez questão de dizer que seu governo em Sousa “tem muitas semelhanças” e se “inspira” no governo João Azevedo. Eis uma verdade que ninguém pode questionar.

Tudo nas barbas da Justiça Eleitoral e do Tribunal de Contas da Paraíba.

SINTEP DENUNCIA SITUAÇÃO “CAÓTICA” DAS ESCOLAS NA PARAÍBA: pessoas estão correndo risco de vida

Em boletim publicado na semana passada, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Paraíba (SINTEP) chamou de “caótica” a educação na Paraíba e chama a atenção das autoridades para o perigo de desabamentos nas escolas, o que pode colocar em risco a vida “milhares de pessoas”. É muito o alerta do Sintep-PB, pois provém de um sindicato de professores e servidores com atuação em todo o estado e, portanto, tem autoridade para falar da situação das escolas estaduais e deve ser ouvido.

Na publicação, o Sintep-PB chama de “vergonhosa” a posição do secretário da educação da Paraíba, Cláudio Furtado, que trata os problemas nas escolas como casos “isolados”. Aqui no blog já demos voz a diversas escolas em várias cidades da Paraíba com problemas graves, sobretudo de infraestrutura, falta de professores e diretores de escolas. O Sintep-PB cobra mais “planejamento” e diz que falta ao secretário Cláudio Furtado “a responsabilidade de um gestor transparente”.

O coordenador-geral do Sintep-PB, Antônio Arruda, disse ainda que espera há semanas por um pronunciamento de Cláudio Furtado a respeito de um pedido de audiência. O Sintep-PB espera que a Secretaria apresente:

Um plano de soluções pra a infinidade dos problemas administrativos e tecnológIcos que vivem os profissionais em Educação nas escolas estaduais, sem poder exercer suas atividades, bem como toda comunidade escolar. É preciso lembrar que isto vem se arrastando desde o início do Governo João Azevedo e da gestão de Cláudio Furtado, como Secretário de Educação.”

O Sintep-PB parece que finalmente abraçou a luta dos professores e dos estudantes que, por toda a Paraíba, denunciam as condições graves problemas na infraestrutura das escolas e falta de professores

As fotos abaixo são da Escola Estadual João Goulart, de João Pessoa. Elas foram tiradas na semana passada e dão uma ideia das dificuldades da comunidade escolar.

VIROU ISSO? Simone Guimarães leva servidores da Suplan para plenária do Orçamento Democrático em Campina

A superintendente da Suplan, Simone Guimarães, aprecia ser tratada por “Dama de Ferro”, o epíteto com o qual ficou conhecida a ex-primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher. Quando assumiu o governo, a Inglaterra estava em recessão e Thatcher enfrentou com mão de ferro os trabalhadores ingleses que se opunham às reformas neoliberais que ela começou a implementar no país.

Simone Guimarães não tem, por óbvio, um cêntimo da estatura, muito menos da importância histórica de Thatcher. Talvez a alcunha seja mais adequada para descrever a tenacidade com a qual se mantém nos cargos que ocupa, conduzindo como um rebanho os servidores que têm sob sua autoridade.

Foi o que a “dama de ferro” azevedeana fez questão de demonstrar, ontem à noite, na planária do Orçamento Democrático de Campina Grande. Não menos de 20 servidores/as foram levados por ela à plenária campinense. E, claro, foram fotografados de crachá no peito, exibindo sorrisos, alguns evidentemente constrangidos. Como não poderia deixar de ser, Simone Guimarães postou, para o chefe saber, o registro no seu Instagram chamando os servidores da Suplan de “meu super time“.

O Orçamento Democrático foi criado para ouvir a sociedade civil da maneira mais ampla possível. Não faz sentido, portanto, transformá-lo em um comício, para onde são levados servidores comissionados, que não farão outra coisa, principalmente sob a vigilância da chefe, a não ser seguir ordens, sobretudo quando o governador está presente. A dúvida que inevitavelmente emerge é essa: outros secretários estão fazendo o mesmo?

A auto-promoção provinciana de Simone Guimarães pelo menos foi útil para revelar o quanto esse instrumento de democracia participativa, o Orçamento Democrático, criado no governo de Ricardo Coutinho, está se burocratizando e se convertendo numa mais peça de propaganda do que em um canal de expressão livre do povo, afogado pelo tradicionalismo conservador de João Azevedo e dos que hoje o rodeiam e mandam no governo.

Simone Guimarães não está nesse seleto grupo, caso contrário, não precisaria de expedientes como esses para chamar a atenção do chefe.

Em Campina, alunos denunciam “constante assédio moral sofrido por professores e alunos que resolveram romper o silêncio”; professor diz que João Azevedo não fez nada pela educação

Na falta de povo, resta levar servidores à tiracolo para a plenárias do Orçamento Democrático. Os protestos de estudantes e professores contra a situação das escolas são crescentes e aconteceram também em Campina Grande. Segundo o perfil do Instragram DeOlhoNasEscolas, até assédio moral a comunidade escolar está sofrendo na região de Campina Grande: “os protestos eram principalmente pela falta de infraestrutura nas escolas, a falta de equipamentos, professores e o constante assédio moral sofrido por professores e alunos que resolveram romper o silêncio e usar o espaço do orçamento democrático para reivindicar.” 

Também em Campina, um professor não identificado usou o microfone para denunciar reforçar as denúncias sobre a situação das escolas na Paraíba, e foi enfático ao dizer que, em razão de obras mal feitas, o teto da Escola Cidadã está caindo na cabeça de alunos e professores. “Que a nossa luta seja lembrada pelo senhor, e caso seja reeleito possa realmente trabalhar pela educação desse estado, porque nesses três anos o senhor fez exatamente nada”.

AO LADO DE LUCIANO E LUCÉLIO CARTAXO: Veneziano faz passeio por shopping em João Pessoa e o resultado não poderia ter sido melhor

Enquanto João Azevedo enfrenta protestos e mobilizações estudantis por todo a Paraíba, Veneziano Vital resolveu fazer um corpo a corpo para testar a receptividade, sobretudo entre os eleitores mais jovens.

Convenhamos. Não é todo candidato a governador que tem coragem de encarar a imprevisibilidade de um passeio pelo shopping numa manhã de sexta-feira. A chance de ser recebido com frieza ou mesmo com vaias não é pequena. A depender, claro, de quem se dispõe a enfrentar o desafio.

Foi o que fez o candidato a governador da coligação MDB-PT, Veneziano Vital, hoje. Ao lado de Luciano Cartaxo e do irmão gêmeo do ex-prefeito de João Pessoa, Lucélio Cartaxo, Veneziano caminhou pelos corredores do Shopping Tambiá, localizado no centro de João Pessoa.

Os registros desse contato direto estão nas redes sociais de Veneziano e são muito animadores (veja abaixo)

Apesar da juventude, Veneziano acumulou uma experiência rara para um politico de sua idade. Vereador, prefeito por dois mandatos da segunda maior cidade da Paraíba, Campina Grande, deputado federal e Senador da República, não resta dúvida que o ex-cabeludo está pronto para assumir o mandato de governador – e experiência é tudo que a Paraíba e o Brasil precisam para superar a crise atual provocada pela inexperiência de um presidente boçal e de um governador que, ainda hoje, não tem ideia da importância do cargo que ocupa.

Ou seja, Veneziano caminha para repetir o feito do avô, o ex-governador Pedro Gondim, que, no início dos anos 1960, derrotou a união das mais poderosas famílias paraibanas, numa vitória antológica que entrou para a história política da Paraíba (lembram do “tá com medo ou tá com Pedro?”)

Aquele que, meses atrás, do alto de sua arrogância, já se considerava reeleito governador, não contava que poderia enfrentar uma liderança ascendente como Veneziano, a quem sempre temeu. Tanto quanto teme Ricardo Coutinho, a quem procurou destruir de todas as maneiras.

E o Golias se vê hoje diante do Davi. E o maior pesadelo de João Azevedo se concretizou porque, com a aliança de Veneziano e Ricardo Coutinho, temos a reunião das maiores e mais legítimas lideranças políticas que o povo da Paraíba produziu nos últimos anos, os dois que começaram como vereador, se elegeram prefeitos no mesmo ano das suas maiores cidades da Paraíba, e juntam suas forças para enfrentar os poderes das máquinas estadual e federal, numa disputa tão desigual quanto estimulante.

ACINTOSO: João Azevedo pede que a estudantada espere e diz que não sabe qual é a intenção dos protestos

Cercado de assessores e deputados estaduais, o governador esperava se repetir uma sessão de elogios e poucas cobranças, mas se viu diante de uma multidão de estudantes, que se dirigiu a um espaço que carrega o nome de democrático para cobrar o mínimo de compromisso com a educação dos paraibanos. E manter as escolas em condições mínimas de funcionamento é o mínimo que se espera de qualquer governo.

Depois de muita insistência para exercerem o direito de se manifestar, a representante da escola Luiz Aprígio, que se identificou apenas como a protogonista da escola, conseguiu ler uma carta aberta assinada por estudantes e professores, dirigida ao governador.

A estudante começou lembrando que a escola Luiz Aprígio é localizada no centro histórico de Mamanguape, sendo, portanto, parte do patrimônio da cidade. A escola, segundo a aluna, continua sofrendo com s invisibilidade por parte do governo do estado. Mesmo com a inclusão da “sonhada reforma” no Orçamento Democrático, “absolutamente nada foi feito desde então”, e a escola continua a sofrer com problemas estruturais, que se agravam a cada dia, não havendo um espaço adequado, por exemplo, para a realização de atividades físicas do alunado. Não bastassem esses problemas, a escola carece de pessoal de apoio e, desde o início do ano, a escola não tem diretor.

Nos sentimos abandonados, sim“, enfatizou a protagonista da escola Luiz Aprígio.

A resposta que João Azevedo foi forçado a dar aos estudantes é um misto de incompetência, arrogância, descompromisso com a educação e autoritarismo. Sobre a reforma da escola, o governador disse que os estudantes teriam de esperar ainda mais. “Não vai acontecer amanhã, porque tem todo um processo que precisa ser cumprido.”

Nesse ponto, João Azevedo esquece que tempo foi o que não faltou para a realização de reformas e manutenção das escolas, já que as mesmas permaneceram fechadas por dois anos. Se tivéssemos um governo que orientasse suas ações através do planejamento, com as escolas vazias uma oportunidade se abria para que esses trabalhos pudessem ter sido realizados, parte deles com os recursos economizados, por exemplo, com pagamento de água e energia elétrica ao longo dos últimos dois anos. O que o governador revela ao dizer que os serviços não podem ser feitos com a urgência que a situação exige é a absoluta falta de preparo para governar, dele e de sua equipe da Secretaria de Educação.

Em seguida, o governador mostra desprezo pelas manifestações dos estudantes, levantando dúvidas sobre as motivações dos para ali se dirigiram para protestar. “Eu já ouvi a reindicação de vocês. Eu não sei qual é a intenção, mas eu já ouvi”. Veja:

Chega a ser acintosa uma declaração como essa. Que outra intenção os estudantes, que contam com o apoio dos professores, teriam ao se manifestarem reivindicando melhorias para sua escola? O governador diria isso se ali estivessem professores? A declaração é agravada porque foi feita durante uma plenária do Orçamento Democrático. João Azevedo não foi só desrespeitoso com os estudantes de Mamanguape, mas com os estudantes que, por todo o estado, protestam contra a situação deprimente das escolas.

Ao contrário de questionar e atacar a legitimidade dos protestos, o governador deveria perguntar a si próprio e ao Secretário de Educação se os problemas denunciados existem ou são invenções, se esses problemas estão ou não afetando a vida escolar dos alunos e dos professores? O Orçamento Democrático é ou não um espaço para avaliações e sugestões?

Como conservador que sempre foi, João Azevedo prefere atacar os movimentos sociais. Mais ainda. Ao invés de dar respostas e dialogar para encontrar soluções, o governador prefere sugerir que os estudantes deveriam adiar suas manifestações para o próximo ano para não melindrar sua campanha de reeleição.

Quem sabe se ele decretar que os problemas das escolas não existem a situação se resolve?

MAMANGUAPE: Centenas de estudantes ocupam plenária do Orçamento Democrático e exigem de João Azevedo reformas nas escolas

As burocráticas plenárias do Orçamento Democrático, que o governador João Azevedo organizou às pressas para evitar ser criticado na campanha eleitoral, ganharam novas cores na noite de hoje, em Mamanguape. Centenas de estudantes aproveitaram a presença no governador na cidade para darem um recado direto a Sua Excelência:

Reforma nas escolas, já!

Segurando cartazes e gritando palavras de ordem, estudantes de várias escolas da cidade denunciaram as péssimas condições dos prédios escolares e exigiram respeito do governador. Oferecer condições adequequadas para o desenvolvimento das atividades escolares e para o aprendizado dos estudantes é mínimo que se espera de um governo.

O que acontece em Mamanguape, como este blog tem mostrado, não é isolado. Todos os dias, estudantes têm saído às ruas em diversas cidades para protestar contra a situação em que encontraram os prédios e contra a falta de professores, isso depois de dois anos de pandemia em que as escolas foram fechadas.

PROTESTOS ESTUDANTIS SE ESPALHAM PELA PARAÍBA: em Condado e Juarez Távora alunos denunciam estado lastimável das escolas

Segundo noticiou o site Patos online, os estudantes da Escola Estadual Dr. Trajano Pires da Nóbrega, de Condado, realizaram uma manifestação para chamar a atenção para as condições do sistema elétrico da ECIT, que tem impedido a realização das aulas.

“A escola deveria funcionar de maneira integral, mas devido a esse problema, os alunos estão sendo liberados às 10h15min e assistindo mais 3 horas de aula de maneira remota no período da tarde”.

Em Juarez Távora, mais manifestações estudantis. Os alunos da escola estadual Dom Adauto seguiram o exemplo dos seus colegas de outras cidades e engrossaram o movimento de denúncia contra a falta de manutenção das escolas estaduais. Lideranças do movimento tiraram fotos para mostrar o estado lastimável da escola.

Vejam:

Depois do convite formal de João Azevedo, até quando Aguinaldo Ribeiro enrolará o governador?

Se era o que faltava — um convite formal — agora não falta mais. Ao optar por publicizar só agora a formalização do convite para que o deputado federal Aguinaldo Ribeiro disputar, em sua chapa, a única vaga para o Senado na eleição de 2022, João Azevedo pode ter finalmente acertado, após meses errando ao manter-se inerte à espera da decisão.

Um acerto tardio? Muito provavelmente, porque o resultado da espera de João Azevedo por Aguinaldo Ribeiro é esse: chegamos a junho e o governador, candidato à reeleição, não tem sequer um candidato a senador para chamar de seu. Vai ser Aguinaldo? Nem o governador sabe.

“Oficialmente, eu já fiz o convite para que ele compusesse conosco a chapa na condição de candidato ao Senado. É uma decisão pessoal. Essas coisas você formaliza, você prepara toda uma condição, mas é uma decisão, no final, de foro íntimo”, disse João Azevedo à imprensa, ontem.

Até quando João Azevedo pretende esperar por Aguinaldo Ribeiro? Eu começo a acreditar que a situação do govenrnador é tão frágil, e cada dia piora mais, que ele está disposto a esperar até o início de agosto, prazo final das convenções partidárias, o que será mais uma demosntração de fraqueza, caso realmente aconteça. 

Ao passar a bola para seu eterno candidato a candidato, João Azevedo deixa claro para o eleitorado que Aguinaldo Ribeiro só não terá a vaga de senador em sua chapa caso não queira. Dito de outra maneira, o governador expõe o que todo mundo já sabe: a dúvida de Ribeiro tem um único motivo: medo de ser derrotado por Ricardo Coutinho, que anda pelo interior ao lado de Veneziano Vital, incorporando apoios e reunindo cada vez mais gente por onde passam.

A “indecisão” de Aguinaldo tem nome. E não é o partido Republicanos com seus deputados e candidatos alegremete pendurados em duas canoas, não é Efraim Filho, não é Cícero Lucena. A indecisão de Aguinaldo Ribeiro atende pelo nome de Ricardo Coutinho, e quem andar pela Paraíba entenderá que esse medo é completamente procedente. Quer atestar essa afirmação como um fato? Basta que a nossa imprensa volte a divulgar pesquisas eleitorais — a quanto tempo isso não acontece na Paraíba? E essa avareza é carregada de receios, certamente antecipados por pesquisas internas, de que os resultados revelarão o terror para os velhos grupos que voltaram a se assenhorear do poder no estado: Lula e Ricardo disparados, Veneziano em crescimento, em constante aproximação do governador. Este tem índices de aprovação e voto são tão medíocres a essa altura do campeonato, mas plenamente adequados ao governo que faz.

Essa é outra razão que certamente potencializa o medo de Aguinaldo: enfrentar o amplo favoritismo de Ricardo Coutinho ao lado de um governador sem liderança, ao mesmo tempo defendendo um governo medíocre.

Aguinaldo sabe também que quando a campanha começar de verdade, o governo não conseguirá manter o povo distante. Com a campanha na TV, nos rádios, nas ruas, o eleitorado vai conhecer a dimensão dos graves retrocessos promovidos por João Azevedo — a situação das escolas estaduais, deixadas ao abandono nos últimos dois anos de pandemia, é só um sintoma de problemas administrativos generalizados.  

É bem provável, portanto, que o convite de João Azevedo a Aguinaldo Ribeiro tenha a intenção de apressar a decisão sobre a candidatura ao Senado. Mas, qualquer que seja ela — continuo a acreditar que Aguinaldo, um conhecedor da política paraibana, não entrará nessa barca furada, — o principal problema persistirá: a fragilidade de uma chapa liderada por um governador sem luz própria e sem realizações, um candidato ao senado que não será uma liderança estadualizada capaz de enfrentar um nome como o de Ricardo Coutinho, e um vice sem peso eleitoral no segundo colégio eleitoral do estado.

Estudantes da Escola Estadual João Goulart também vão às ruas: “Se não tem escola não tem educação!”

A promessa do governador João Azevedo era de um retorno feliz dos estudantes às escolas depois de dois anos fechadas por conta da pandemia, como mostra a imagem abaixo produzida pelo colorido marketing da Secom.

As aulas da Rede Pública Estadual foram retomadas tardiamente de forma presencial, no dia 18 de abril, há um mês e meio, portanto. Os motivos para o atraso nesse retorno às aulas presencias a Paraíba inteira começa a conhecer. Ao invés de escolas preparadas para esse esperado reencontro, os estudantes se defrontaram com um prédios sem manutenção, que as chuvas cuidaram de explicitar ainda mais, e falta de professoes.

Portestos começaram a se espalhar por todo o estado.

Se não tem escola não tem educação!

Segurando cartazes e gritando a plenos pulmões a palavra de ordem acima, estudantes da escola João Goulart estão promovendo, nesta manhã, um ato de protesto contra as pessoas condições da escola estadual.

O protesto acontece no girador da Av. Dom Pedro II, em frente a UFPB. Os estudantes resolveram chamar a atenção da população para o drama que enfrentam para assistirem às aulas nesses dias chuvosos em João Pessoa, já que a maior parte da imprensa silencia diante das denúncias.

A estudantada cansou de esperar pelas melhorias prometidas pela Secretaria de Educação e resolveu partir para a luta, denunciando a situação em que encontraram suas escolas ao retornarem para as aulas presenciais.

Por enquanto, são protesto isolados, mas quando essa turminha resolver realizar um grande protesto unificado em todo a Paraíba, João Azevedo que se cuide.

Veja vídeo do prosteto de hoje em João Pessoa.

Hoje foi a vez dos estudantes de Esperança protestarem contra a falta de professores

Como um rastilho de pólvora, os protestos estudantis contra as péssimas condições das escolas e falta de professores se espalham por todo o estado. Hoje, foi a vez dos estudantes do colégio Monsenhor José da Silva Coutinho, de Esperança, uma escola em tempo integral da Rede Estadual de Ensino.

Hoje pela manhã, cansados de esperar pela contratação do professores, seguiram o exemplo dos alunos que, em protestos que se espalham por toda a Paraíba, resolveram se manifestar para cobrar da Secretaria Estadual de Educação as providências.

Segundo declarou um dos organizar ao site Esperança Debate:

“Nós queremos aula. O Enem está chegando e não temos professor”.

Como é cada vez mais perceptível, não se trata de um problema localizado.

Veja abaixo o vídeo da manifestação, disponível no Instagram do Esperança Debate.

Ato falho: João Azevedo diz que tem a oferecer “apenas saudade” ao povo do Vale do Piancó

João Azevêdo visitou o Vale do Piancó no último fim de semana, onde foi – claro! – “assinar convênios para execução de novas ações”. Ou seja, foi para fazer promessas.

Num rasgo de genuína sinceridade, João Avevedo resolveu responder a um dos repórteres que o esperava na pista de pouso, que perguntou o que o governador trazia na mala para anunciar ao povo do Vale do Piancó, com um gracejo, que acabou se revelando um escárnio:

“Por enquanto, saudade”.

Percebendo o ato falho, João Azevedo emendou os motivos para a “visita”. Como nada de novo ele tinha mesmo a anunciar, a não ser promessas, o que sobrou foram risos amarelos dos que cercavam o governador.


PS. Um amigo me encaminhou o seguinte comentário, que faço questão de compartilhar aqui: “Ele só leva aos quatro cantos da Paraíba saudades. Saudades do governo Ricardo Coutinho”.

Com João Azevedo no governo, folha de pessoal cresceu R$ 1,3 BILHÃO em três anos

Uma das respostas que o atual governador João Azevedo será obrigado a dar à Paraíba durante a campanha de 2022, será sobre os motivos que o levaram a aumentar, nos últimos três anos e meio, a folha de pagamento dos servidores estaduais cresceu R$ 1,3 bilhão de reais. Caso seja mantido o ritmo atual de crescimento, os valores ultrapassarão os R$ 1,9 bilhão ao final do ano.

Como não costumamos fazer afirmações sem as devidas comprovações, vamos aos números disponíveis no Sagres (Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade), do Tribunal de Contas da Paraíba. Quando Ricardo Coutinho deixou o governo em dezembro de 2018, a folha impactava o orçamento estadual em pouo mais de R$ 370 milhões ao mês e quase 4,3 bilhões ao ano

Veja:

Notem que, mesmo sendo um ano eleitoral, as variações são muito pequenas, principalmente entre janeiro (pouco mais de R$ 357 milhões e outubro (R$ 361 milhões), mês da eleição.

Já no primeiro ano de governo (2019), João Azevedo promoveu um incremento na folha de mais de R$ 228 milhões reais. Se em 2018, a folha custou R$ 4.299.093.094,09 aos cofres estaduais, em 2019, o custo anual com salários dos servidores já havia saltado para R$ 4.527.477.427,16.

Veja.

Lembremos que mais da metade do ano de 2020 e todo o ano de 2021 foram de pandemia em que os serviços públicos presenciais foram fechados. Nem assim, a folha deixou de continuar em crescimento e chegou a R$ 5.248.633.933,87, um aumento de mais de R$ 721.000,00 reais, o que corresponde a 17% a mais do que era pago um ano antes, e quase 23% quando comparamos com o ano de 2018.

O aumento total da folha de pagamentos dos servidores estaduais, comparando com o que João Azevedo encontrou em janeiro de 2019, já se aproximava do R$ 1 bilhão (R$ 949 milhões)! Isso é apenas dois anos.

Em 2021, a folha continuou pesando nos ombros dos paraibanos e cresceu mais R$ 326.908 milhões de reais, indo de R$ 5.248.633.933,87 para R$ 5.575.541.958,35, isso no período mais dramático da pandemia de coronavírus. O que justifica tamanho aumento na contratação de servidores, sobretudo se considerarmos que, com exceção dos hospitais e alguns poucos serviços públicos, como obras, quase nada na administração funcionou entre meados de 2020 e início de 2022?

Em 2022, a tendência se mantém. A soma dos  valores divulgados até agora pelo Sagres dos primeiros três meses do ano, de janeiro a março, corresponde a 1.570.455.506,78. Tirada a média desses três meses e multiplicando por 12, chegaremos a 6.281.822027,12. Esse valor representa quase R$ 2 bilhões a mais do que o governo da Paraíba pagava, em dezembro de 2018 (4.299.093.094,09), quando Ricardo Coutinho entregou a chave do cofre a João Azevedo.

Isso explica o desastre administrativo e a falta de obras estrurantes no governo João Azevedo

Repeto a pergunta já feira aqui neste blog sobre a absoluta ausência de investimentos em obras estrurantes durante o governo de João Azevedo, sobretudo com recursos próprios. O que se vê são inaugurações de travessias urbanas, de tomógrafos, estes, em geral, financiados com emendas parlamentares, de entregas de cisternas (depois faremos uma comparação para evidenciar que, mesmo nesses quesitos, a atuação do atual governo é de causar tristeza).

A grande pergunta que toda a Paraíba deve se fazer depois de quase quatro anos de governo João Azevedo é essa: onde foram parar os investimentos em adutoras, em grandes obras de mobilidade urbana, em novas escolas e hospitais? Para não falar nas políticas de atração de investimentos privados, que também são estimuladas pela capacidade de investimentos do governo estadual. Atualmente, sequer há manutenção da nossa malha rodoviária, que tirou do isolamento dezenas de cidades, foi feita pelo governo atual.

Quando alguém perguntar por que João Azevedo não fez nada durante seu governo, mostre esses números.

MAIS UMA: estudantes de Mamanguape saem às ruas em protesto contra abandono de escola estadual

Estudantes da Escola Estadual Luiz Aprígio, de Mamanguape, resolveram paralisar suas atividades e saírem às ruas para chamar a atenção da população sobre as condições em que são obrigados a estudar.

Eles pedem gestor e a reforma que João Azevedo prometeu três anos atrás. Na semana passada, estudantes de João Pessoa fizeram o mesmo.

São cada vez mais frequentes os relatos de insatisfações dos estudantes da rede estadual em razão da falta de manutenção das escolas estaduais, que foram abandonadas durante os dois anos de pandemia pelo governo estadual.

Prefeito de Jacaraú, do PDT, decide apoiar Veneziano para o governo

O pré-candidato a governador da Paraíba Veneziano Vital do Rêgo (MDB) recebeu neste domingo (29) os apoios do prefeito Elias Costa Paulino (PDT) do município de Jacaraú, do vice-prefeito Márcio Aurélio e de todo seu agrupamento político, para as eleições deste ano. Jacaraú fica localizada na Região de Mamanguape-Rio Tinto.

“Com muita alegria, estamos aqui recebendo o nosso senador, onde de forma oficial declaramos apoio a Veneziano para governador. Nós agradecemos a toda a nossa bancada de vereadores que estão presentes conosco neste anuncio, onde juntos escolhemos o melhor para a Paraíba, que é Veneziano. Um homem que tem experiência, agregada à grande vontade de fazer o melhor para os paraibanos, em especial ao povo jacarauense”, disse o prefeito Elias Costa, que em 2020 foi eleito com a maior votação da história da cidade.

Na sua fala, Veneziano agradeceu a confiança do povo jacarauense ao projeto que, como reafirmou, não é individual, mas coletivo. “Você começar um domingo, sobre as bênçãos de Deus e pelas suas permissões, estar acolhendo um apoio na generosidade do povo de Jacaraú, apresentado por suas lideranças políticas, em nome do prefeito Elias Costa, é extremamente gratificante. A confiança desse grupo nos permite dizer que estamos no caminho certo, em que já identificamos que ‘A Paraíba Pode Muito Mais‘. Nós estamos imbuídos dos mais sérios propósitos”, disse Veneziano, por meio das suas redes sociais, ao agradecer esse importante apoio.

Confira os depoimentos do prefeito e de Veneziano:
https://www.instagram.com/stories/senadorvenezianovital/2848943267641352046/

Assessoria de Imprensa
Veneziano Vital do Rêgo – MDB
Pré-candidato a governador da Paraíba

João Azevedo abandona Agentes Covid, que arriscaram suas vidas durante a pandemia

Profissionais contratados como Agentes Covid para ficarem na linha de frente no combate à pandemia de coronavírus, em 2020, foram abandonados pelo governador João Azevedo. Depois de dois anos arriscando a própria vida tentando salvar a vida de doentes de Covid em hospitais espalhados por todo a Paraíba, têm como recompensa Ala finalização dos contratos sem nenhuma possibilidade de reaproveitamento de suas experiências.

Relatos de vários profissionais indicam que eles/as estão recebendo ligações informando que seus contratos como Agentes Covid deverão ser encerrados na próxima terça, 31 de maio. 

Os servidores atingidos prometem uma grande mobilização para pressionar a Assembleia Legislativa a encampar sua luta. Assista abaixo vídeo com o chamamento para o ato.

O governo do estado não teve sequer a consideração de avisar previamente a esses profissionais que tão relevantes serviços prestaram à sociedade paraibana, alguns com o sacrifício da própria vida. Os contratos não davam direito sequer a férias.

Nas redes sociais da TV Arapuan, Edna Vilma (veja print abaixo) contestou a secretária de saúde da Paraíba, Renata Nóbrega. Edna exigiu respeito aos profissionais, especificamente aos Agentes Covid-19, que trabalharam arduamente nos últimos dois anos, seja nos feriados, dias santos, sem direito a férias, que substituíram profissionais efetivos com atestado médico. Além disso, Edna denuncia as indicações políticas, colaboradores que migraram de contrato Covid-19 para se tornarem prestadores de serviços.

“Cenário de guerra sim, nos quais muitos heróis perderam a vida, ou estão com várias sequelas e agora desligados. O Big Fone tocou! Eliminados. Um grande desrespeito. Até porque muitos colaboradores foram migrados de contrato Covid-19 para prestadores de serviços. E também pessoas que não eram nem do quadro, apenas um Q.I. uma indicação política. Responda as seguintes perguntas: a) Por que os “Servidores do Metropolitano estão sendo remanejados para a Maternidade Frei Damião? Por que os Servidores (que não participaram do Concurso da PBSAÚDE) estão sendo relocados no Clementino? As revindicações é com relação a Isonomia, transparência, legalidade! POVO temos diversas contratações nos bastidores (e Agentes Covid-19 e pessoas que nunca fizeram um concurso e/ou processo seletivo). Que vergonha!”

Em São Bento, Veneziano prestigia lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito Milton Lúcio a deputado federal

Milton Lúcio Filho foi prefeito de São Bento por dois mandatos: de 1983 a 1988 e de 1993 a 1996. Ele tem atuação política no Sertão e disse estar disposto a contribuir para o fortalecimento do MDB e da pré-candidatura de Veneziano a governador, na região.

Antes do lançamento, Veneziano concedeu entrevistas à imprensa sertaneja, oportunidade em que destacou as qualidades de Milton Lúcio e a contribuição que ele e seu grupo político também darão à sua postulação ao Governo do Estado.

“Um grande companheiro, experiente gestor, comprometido com as causas do sertanejo e do paraibano. Contribuirá muito para a qualificação da disputa e para o fortalecimento do MDB”, disse Veneziano.

Assessoria de Imprensa
Veneziano Vital do Rêgo – MDB
Pré-candidato a governador da Paraíba

Milton Lúcio, prefeito de São Bento por duas vezes, reúne apoiadores em apoio a Veneziano e Ricardo

O ex-prefeito de São Bento e ex-deputado estadual, Milton Lúcio, filiou-se ao MDB em maio para apoiar o senador e pré-candidato ao governo da Paraíba da coligação MDB-PT, Veneziano Vital.

Ele também anunciou apoio à candidatura do ex-governador, Ricardo Coutinho, ao Senado. Milton Lúcio é candidato a deputado federal.

Neste sábado (28), Milton Lúcio promete fazer um grande evento em apoio a Veneziano e Ricardo Coutinho em São Bento, a capital mundial das redes (a cidade produz anualmente 12 mil redes, que são vendidas em todo o país e até no exterior).

O evento está programado para começar às 11h da manhã.